Aprender alemão: perguntas frequentes
30 perguntas que se fazem mesmo ao aprender alemão, com respostas que se aguentam sozinhas. Onde há mais a dizer, a ligação vem por baixo — não em vez da resposta.
Para começar
Por onde começar, quanto tempo leva, que alemão aprender e o que significam os níveis.
Como começo a aprender alemão?
Com três coisas ao mesmo tempo e não uma a seguir à outra: o presente dos verbos de que precisas todos os dias, uma primeira reserva de substantivos aprendidos sempre com o artigo, e a regra de que, numa frase afirmativa, o verbo fica em segundo lugar. A gramática sozinha não te dá nada para dizer; as listas de palavras sozinhas deixam-te a recitar listas. Diz frases inteiras em voz alta desde o primeiro dia — Ich heiße Inês. Ich komme aus Braga. Ich wohne jetzt in Köln. — e repara que o alemão não deixa cair o sujeito como o português deixa cair o «eu». O pronome é sempre preciso, porque as terminações do verbo alemão sozinhas não dizem quem fala: kommen serve para «nós», para «eles» e para a forma de cortesia.
O que significam A1, A2, B1, B2, C1 e C2 neste site?
São os seis degraus de uma escala europeia muito usada, das primeiras frases (A1) ao domínio sem esforço (C2). As siglas pode usá-las qualquer pessoa; a descrição oficial de cada degrau não, e este site não a reproduz. O que aqui encontras é uma ordenação própria do material, com um critério declarado: não se pergunta quão difícil é uma palavra, mas a partir de que ponto já não se passa sem ela. der Kühlschrank, «o frigorífico», é comprida e está em A1, porque há um em cada cozinha; leugnen, «negar (um facto)», é curta e está em C1, porque se vai muito longe sem nunca precisar dela.
Quanto tempo leva a aprender alemão?
Não há um número honesto em horas, e o site que o apresenta como um facto inventou-o: depende do que já sabes, de quanto praticas e daquilo para que precisas da língua. Duas coisas, porém, podem dizer-se. Quem fala português parte com mais palavras do que julga: o alemão foi buscar ao latim e ao francês muitos termos correntes — die Universität, die Familie, die Musik, das Problem, die Nation — que se reconhecem à primeira. E o início parece mais lento do que é, porque o alemão pede quase logo artigos, casos e ordem das palavras. São o preço das primeiras frases, e tudo o que vem depois assenta neles em vez de acrescentar um sistema novo.
Que alemão devo aprender: o da Alemanha, o da Áustria ou o da Suíça?
A língua padrão, que os três países partilham na escrita e que muda sobretudo no vocabulário e em alguns hábitos. Na Áustria diz-se der Jänner onde na Alemanha se diz der Januar, e der Paradeiser em vez de die Tomate; na Suíça anda-se de Velo e não de Fahrrad, e nunca se escreve ß, por isso Strasse está certo lá e em mais lado nenhum. No sul e na Áustria diz-se ich bin gesessen onde o norte diz ich habe gesessen, e as duas formas são padrão. O que muda a sério é a fala do dia a dia na Suíça alemã: é dialeto, que até os alemães podem ter dificuldade em seguir, enquanto o alemão padrão fica para a escrita, as notícias e a escola. Começa pelo padrão e junta-lhe as palavras locais do sítio para onde vais.
Gramática
Os pontos em que o alemão mais vezes baralha quem fala português.
Tenho de aprender der, die ou das com cada substantivo?
Sim, e compensa fazê-lo desde o primeiro substantivo em vez de voltar atrás mais tarde. O alemão tem três géneros, e quase nunca se pode partir do português: die Sonne é feminino onde «o sol» é masculino, der Mond é masculino onde «a lua» é feminino, e das Auto é neutro, um género que os substantivos portugueses não têm. O género pertence à palavra, não à coisa: das Mädchen é neutro por causa da terminação, não por nada que diga respeito às raparigas. Aprende cada substantivo como um bloco — artigo, palavra e plural juntos — e deixa as terminações fazer parte do trabalho: com -ung, -heit, -keit e -schaft o substantivo é feminino (die Zeitung, die Freiheit), com -chen e -lein é neutro. Aqui o português ajuda: as palavras em -ion e -tät são femininas como as em «-ção» e «-dade» (die Nation, die Universität).
O que são os casos do alemão, e preciso mesmo deles?
São quatro: nominativo, acusativo, dativo e genitivo. O português já os conhece, mas só nos pronomes: «vejo-o» e «dou-lhe o livro» distinguem exatamente como ich sehe ihn e ich gebe ihm das Buch. O alemão leva a mesma distinção para o artigo de cada substantivo: der Hund é o cão que faz alguma coisa, den Hund aquele a quem alguma coisa é feita. Por isso pode mudar as palavras de lugar sem mudar quem faz o quê: Der Mann beißt den Hund e Den Hund beißt der Mann dizem ambas que quem morde é o homem, enquanto em português a ordem inversa trocaria o sentido. Os casos servem para te fazeres entender com precisão, não para te fazeres entender de todo — uma terminação errada raramente esconde o sentido —, por isso aprende-os por ordem: primeiro nominativo e acusativo, depois o dativo, e o genitivo no fim.
O alemão também junta a preposição ao artigo, como em «no» e «ao»?
Em parte. Algumas preposições fundem-se com o artigo: in dem passa a im, an dem a am, zu dem a zum, zu der a zur, von dem a vom, in das a ins. Há duas diferenças em relação ao português. A fusão não é obrigatória: quando o artigo leva ênfase, no sentido de «precisamente aquela», fica separado (in dem Haus, «precisamente naquela casa»). E a forma fundida leva o caso consigo, numa distinção que o português já faz à sua maneira: Ich bin im Kino (dativo) é «estou no cinema», e Ich gehe ins Kino (acusativo) é «vou ao cinema».
Porque é que o verbo fica em segundo lugar, e às vezes no fim?
Numa frase afirmativa normal, o verbo conjugado ocupa o segundo lugar, seja o que for que venha primeiro. Em português, «Hoje vou ao cinema» deixa o sujeito subentendido; em alemão o sujeito tem de estar lá e passa para depois do verbo: Heute gehe ich ins Kino. A forma que escapa a quase toda a gente ao princípio, com o sujeito antes do verbo, é precisamente a errada. Numa oração que começa por weil, dass, wenn e palavras parecidas, pelo contrário, o verbo vai mesmo para o fim: Ich bleibe zu Hause, weil ich morgen früh arbeiten muss. As duas regras são fixas, e isso torna-as mais fáceis do que parecem: quando sabes em que tipo de oração estás, sabes onde fica o verbo.
Porque é que uma parte do verbo vai parar ao fim da frase?
Porque o alemão divide muitas vezes o verbo em dois e mete o resto da frase no meio. Num verbo separável, o prefixo vai para o fim: anrufen, «telefonar», dá Ich rufe dich morgen an, «telefono-te amanhã». O mesmo esquema segura o Perfekt (Ich habe das Buch gestern gelesen) e o verbo modal com o seu infinitivo (Ich muss heute lange arbeiten). A última palavra de uma frase alemã completa, portanto, muitas vezes o sentido — Ich rufe dich morgen an e Ich rufe dich morgen zurück só diferem aí —, e é por isso que ouvir até ao fim é um hábito a ganhar cedo.
Quando se diz du e quando se diz Sie?
Sie com os adultos que não conheces, nas lojas, nos serviços e no trabalho enquanto não te disserem o contrário; du com crianças, família, amigos e com quem to tenha oferecido. A oferta é um pequeno ritual, feito em geral pela pessoa mais velha ou mais graduada, e esperar por ela nunca está errado. Entre jovens, em muitos locais de trabalho e na internet, o du é muitas vezes a regra desde o início. Onde o português tem várias formas de cortesia — «o senhor», «a senhora», o nome ou o título na terceira pessoa —, o alemão tem uma só palavra para toda a gente: Sie, com o verbo na terceira pessoa do plural e sempre com maiúscula: Kommen Sie mit? O mesmo Sie serve para várias pessoas, e o plural familiar é ihr, o «vocês» entre amigos.
O Perfekt é o pretérito perfeito composto?
Não, e esta é a armadilha mais cara para quem fala português. Ich habe gestern Fisch gegessen tem a forma de «tenho comido», mas quer dizer «ontem comi peixe»: na conversa, o Perfekt é o passado normal, o que o português diz com o pretérito perfeito simples. O «tenho comido» português, que fala de algo repetido até agora, diz-se em alemão de outra maneira, muitas vezes com o presente e um advérbio: «tenho comido muito peixe ultimamente» é In letzter Zeit esse ich viel Fisch. Por isso, quando quiseres contar o que fizeste ontem, usa o Perfekt sem hesitar.
Porque é que o alemão usa sein nalguns tempos compostos, se o português só usa ter?
Porque o alemão escolhe o auxiliar pelo tipo de verbo. A maior parte leva haben: ich habe gegessen, ich habe geschlafen. Os verbos de movimento de um lugar para outro e os de mudança de estado levam sein: ich bin gegangen, «fui»; ich bin gefahren, «fui de carro»; ich bin geworden, «tornei-me». Juntam-se-lhes sein e bleiben: ich bin gewesen, ich bin geblieben. Como o português não oferece nenhum apoio aqui, aprende cada verbo de movimento logo com o seu auxiliar.
Qual passado usar: Perfekt ou Präteritum?
Na conversa, sobretudo o Perfekt: Ich habe gestern Fußball gespielt. Na escrita, sobretudo em narrativas e relatos, o Präteritum: Er spielte jeden Samstag. Alguns verbos muito correntes usam o Präteritum também na fala — war, hatte e os verbos modais, como konnte e musste: Ich war gestern im Kino. A diferença é de estilo, não de sentido: as duas formas correspondem ao mesmo «comi», «joguei», «estive».
Como se diz «ser» e «estar» em alemão?
Com um só verbo, sein: Ich bin Lehrer é «sou professor», e Ich bin müde é «estou cansado». A distinção portuguesa não tem de ser feita — mas há sítios onde o alemão prefere outro verbo ao «estar». Para dizer onde uma coisa está, usa muitas vezes o verbo da posição: Das Buch liegt auf dem Tisch, Die Flasche steht im Kühlschrank. E «como estás?» é Wie geht es dir?, com uma construção que se aprende inteira. Repara também que, tal como em português, a profissão vem sem artigo: Ich bin Lehrer, e não ein Lehrer.
Porque é que em alemão os substantivos têm maiúscula?
Porque a regra ortográfica o exige para todos os substantivos, onde quer que estejam na frase: der Tisch, die Freiheit, das Wochenende. Vale também para as palavras usadas como substantivos: das Essen, beim Lesen, etwas Neues. Há aqui uma armadilha para quem escreve em português: o nome de uma língua é um substantivo e leva maiúscula (Ich spreche Portugiesisch), enquanto o adjetivo fica em minúscula como em português (die portugiesische Küche). E a forma de cortesia Sie leva sempre maiúscula, mesmo a meio da frase.
Porque é que o adjetivo às vezes muda de terminação e às vezes não?
Em português o adjetivo concorda sempre: «a casa é bonita», «as casas são bonitas». Em alemão depende de onde está. Depois do verbo nunca muda: Das Haus ist schön. Die Häuser sind schön. Antes do substantivo leva uma terminação que depende do artigo e do caso: ein schönes Haus, das schöne Haus, in dem schönen Haus. As terminações aprendem-se melhor junto com o artigo que vem antes do que numa tabela solta: é o artigo que diz quanto trabalho sobra para o adjetivo.
Como se diz «se eu tivesse tempo, viria»?
Wenn ich Zeit hätte, würde ich kommen. O português usa o conjuntivo na oração com «se» e o condicional na outra; o alemão usa nas duas a mesma forma, o Konjunktiv II. Na maior parte dos verbos constrói-se com würde mais o infinitivo; hätte, wäre e os verbos modais (könnte, müsste) têm formas próprias, que se usam de facto. A mesma forma serve para a cortesia: Könnten Sie mir helfen? é «podia ajudar-me?».
Porque é que os jornais alemães escrevem sei em vez de ist?
É o Konjunktiv I, a forma com que o alemão relata o que outra pessoa disse sem se responsabilizar por isso: Der Minister sagte, er sei zufrieden. A imprensa portuguesa faz um trabalho parecido com «alegadamente» ou com o futuro composto — «o ministro terá dito que estava satisfeito» — para marcar uma notícia como relatada e não confirmada. Em alemão vais encontrá-lo constantemente nos jornais e pouco na conversa, onde se usa o indicativo ou o Konjunktiv II (er wäre zufrieden). Para quem aprende, é uma forma a reconhecer muito antes de a produzir.
O que querem dizer palavrinhas como doch, mal e ja?
Sozinhas, quase nada que se traduza; numa frase, muito. São partículas modais e transmitem a atitude de quem fala — e o português europeu tem as suas, como «lá» e «cá». Komm doch mit! é um empurrão amigável, como «anda lá, vem connosco!»; Sag mal, … abre uma pergunta como «diz lá, …»; Mach mal Pause torna a sugestão descontraída; Das ist ja interessant marca surpresa. Uma frase sem elas está certa mas pode soar rígida; aprende-as em frases inteiras, porque a entrada doch de um dicionário não te vai dizer grande coisa.
Palavras e sons
Que palavras primeiro, quais enganam, como guardá-las e como pronunciá-las.
De quantas palavras alemãs preciso?
Nenhum número é honesto, porque depende do que queres fazer e do que conta como saber uma palavra. Duas coisas pesam mais do que o total. Uma palavra que te ocorre enquanto falas vale mais do que várias que só reconheces a ler, por isso pratica do português para o alemão em vez de releres listas. E o alemão faz palavras novas a partir das antigas, por isso cada substantivo aprendido trabalha mais do que parece: die Hand e der Schuh dão der Handschuh, «a luva».
Que palavras alemãs aprender primeiro?
Não as mais interessantes, mas as que aparecem em cada duas frases: os verbos sein, haben, werden, machen, gehen e kommen; as palavras interrogativas wer, was, wo, wann, wie e warum; números, dias e horas; e as palavrinhas que seguram a frase, como aber, auch, noch e schon. Passam despercebidas e carregam metade de tudo o que dizes.
Vale a pena aprender vocabulário por temas?
Sim, depois de teres as palavras de que qualquer frase precisa. Os temas ajudam de duas maneiras: as palavras da mesma situação lembram-se melhor juntas — der Löffel, die Gabel, das Messer — e podes preparar-te para uma situação concreta, como uma consulta médica, a visita a uma casa para arrendar ou uma entrevista de emprego, antes de ela chegar. Só enganam no início, quando uma lista de animais parece mais compensadora do que as palavras que seguram uma frase.
O alemão tem verbos irregulares?
Tem, e o princípio não é novo para quem fala português. Os verbos fortes mudam a vogal em vez de acrescentar uma terminação: singen – sang – gesungen, trinken – trank – getrunken. Alguns mudam a vogal também no presente, mas só nas formas de du e de er: ich fahre, mas du fährst e er fährt. Nenhuma regra diz que verbos são fortes, por isso cada um se aprende com as suas três formas, tal como em português se aprende «fazer – fiz – feito».
Porque é que as palavras alemãs são tão compridas?
Porque o alemão escreve numa só palavra o que o português diz com uma preposição, e pela ordem inversa: «a chave da porta» é der Türschlüssel, de die Tür e der Schlüssel. O português põe primeiro a coisa e depois o que a especifica; o alemão faz o contrário. Daí a única regra de que precisas: a última parte diz o que a coisa é e decide o género, e tudo o que está à frente a restringe. der Türschlüssel é uma chave, portanto masculino, embora die Tür seja feminino. der Kühlschrank é um «armário frio», das Krankenhaus uma «casa dos doentes». Lê as palavras compridas da direita para a esquerda.
Como pratico a pronúncia do alemão?
A partir da escrita, porque o alemão escreve-se de forma regular o suficiente para que uma palavra nunca vista se possa quase sempre ler bem. As armadilhas são as letras que já conheces mas que soam de outra maneira. sch é o «ch» de «chave» (Schule), mas ch sozinho nunca o é: depois de a, o, u e au faz-se no fundo da boca (Buch), depois das outras vogais e de uma consoante mais à frente (ich, Milch). j soa como o «i» de «iogurte» (ja), z como «ts» (Zeit), w como o «v» português (Wasser), e o h no início da palavra ouve-se, como um sopro (Haus). O s final nunca soa como o «s» chiado de «dois»: Haus acaba num «s» limpo. ei lê-se «ai» e ie como um «i» longo, por isso Wein e Wien são palavras diferentes. Depois treina os sons que o português não tem, em pares que só diferem neles — schon e schön, Mutter e Mütter, vier e für — até ouvires a diferença, e não só a fazeres.
Que palavras alemãs se parecem com o português mas querem dizer outra coisa?
das Tempo é o ritmo ou a velocidade, e não o tempo que passa (die Zeit) nem o que faz lá fora (das Wetter). brav diz-se de uma criança bem-comportada, e não de alguém zangado ou feroz. die Mappe é «a pasta» onde se guardam papéis; o mapa é die Karte, que também é «o cartão» e «o bilhete», mas nunca «a carta», que é der Brief. der Konkurs é «a falência», não o concurso. die Ente é «o pato», bekommen quer dizer «receber», e also quer dizer «portanto» ou «então».
Como deixo de soar a tradução do português?
Aprendendo como blocos inteiros as expressões que os alemães usam de facto, em vez de as construir palavra a palavra a partir do português. Nalguns pontos o português vai direito ao sítio certo: Ich habe Hunger é «tenho fome», com o mesmo verbo. Noutros desvia: «tenho frio» é Mir ist kalt, «tenho vinte anos» é Ich bin zwanzig, «gosto disto» é Das gefällt mir, com a coisa como sujeito, e «há» é es gibt, que pede o acusativo: Es gibt einen Park. Nenhuma destas se deduz das partes, nem precisa: aprendida uma vez como expressão, está lá quando precisas dela.
Este site
De onde vem o material, para quem é e o que não é.
Posso usar este site começando do zero?
Sim. A gramática começa pelo que é um caso, pelos três géneros e pelo presente, cada explicação está escrita em português, e cada tema diz a que nível pertence — assim podes ficar em A1 até te sentires seguro e avançar quando for o caso.
De onde vem o material deste site?
Cada explicação, frase de exemplo, lista de palavras e exercício foi escrito para este site. Nada foi tirado de um manual, de uma gramática, de um dicionário ou de outro site de línguas — nem sequer uma lista de frequência, porque a seleção e a ordem de uma lista estão protegidas mesmo onde as palavras soltas não estão.
Este site prepara-me para um exame de alemão?
Não, e isto é uma constatação e não modéstia: não segue o programa de nenhum exame e não é reconhecido por nenhuma entidade certificadora. Explica e faz perguntas. Se precisas de um certificado, é uma entidade certificadora que o passa; o que aqui praticas ajuda, mas não o substitui.