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B1  ·  O futuro

O condicional

Aqui o pronome não parte o verbo ao meio.

O condicional pega na raiz do futuro e nas terminações do imperfeito: je parlerais, je serais, j'irais. É o seu futuro do pretérito, com a mesma construção — « falaria » é « falar » mais « -ia » — e com os mesmos dez radicais irregulares da página anterior.

Os três trabalhos são os seus: pedir com delicadeza (je voudrais, « queria », « gostaria »), dizer algo irreal (ce serait bien) e dar uma notícia por confirmar.

O que não passa é a mesóclise. Em português, no futuro e no condicional, o pronome mete-se *dentro* do verbo: « falar-te-ia », « dir-lhe-ei », « dar-mo-ia ». É a única construção da língua que parte uma palavra ao meio, e não tem paralelo em francês nem em nenhuma outra língua desta lista. Aqui o pronome fica à frente do verbo inteiro: je te parlerais, je lui dirai, il me le donnerait.

Na prática isto simplifica: as formas do condicional não mudam nunca por causa de um pronome. A palavra é uma só, e o pronome está antes dela.

Die Form

queria, gostariaje voudrais
podiastu pourrais
seria precisoil faudrait
gostaríamosnous aimerions
deviavous devriez
seriamils seraient

Die Regeln im Einzelnen

  1. Raiz do futuro mais terminação do imperfeito.

    Je serais content de venir.Viria com muito gosto.

  2. O pedido delicado vai no condicional.

    Je voudrais un café, s’il vous plaît.Queria um café, por favor.

  3. O conselho dá-se com devoir no condicional.

    Tu devrais te reposer.Devias descansar.

  4. Depois de si vai o imperfeito, nunca o condicional.

    Si j’avais le temps, je viendrais.Se tivesse tempo, vinha.

Woran man es erkennt

  • je voudrais
  • pourriez-vous
  • si
  • à ta place

Beispielsätze

Pourriez-vous m’aider ?Podia ajudar-me?

Ce serait plus simple comme ça.Assim seria mais simples.

À ta place, je partirais tôt.No teu lugar, saía cedo.

Il faudrait réserver une table.Seria preciso reservar uma mesa.

Die typisch deutsche Falle

Aufgepasst

Depois de si não vai o condicional, e é a regra mais desrespeitada, também por franceses: si j'avais le temps, nunca si j'aurais. E cuidado com a outra metade: o português põe ali o conjuntivo — « se tivesse tempo » — e o francês põe o imperfeito do indicativo, que ocupa o mesmo lugar sem ser a mesma coisa.

Falsch:Si j’aurais le temps, je viendrais.
Richtig:Si j’avais le temps, je viendrais.

Nada de « falar-te-ia »: o pronome vem antes do verbo.

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